Rua Onze . Blog

Novembro 20 2009

 

Xilogravuras de Attila Mendly de Vétyemy (n. 1911).

 

Publicado em 1937, para comemorar a primeira Exposição Histórica da Ocupação, este volume de Silva Tavares (1893-1964) estabelece claramente um cruzamento dos modelos de Os Lusíadas (1572), de Luís de Camões (1524?-1580), e da Mensagem (1934), de Fernando Pessoa (1888-1935), para exaltar a  imagem do Estado Novo e do colonialismo.

 

O poema divide-se em sete partes – I, Por mares nunca dantes navegados; II, África misteriosa; III, Exploradores do mato; IV, Missões e missionários; V, O despertar da soberania; VI, Soldados da Ocupação; VII, À Mocidade portuguesa.

 

Constituindo uma obra literária menor, o livro não é notável a não ser em algumas xilogravuras e na carga ideológica patente, de que as três dedicatórias são paradigmáticas – "Aos Missionários, Soldados de terra e mar, e Pioneiros do Ultramar, Defensores da Fé, e do Império; A Sua excelência o General António Óscar de Fragoso Carmona, Venerando Presidente da República, Homenagem e testemuno da gratidão do mais humilde dos portugueses pelo ressurgimento de Portugal; A Sua Excelência o Doutor António de Oliveira Salazar, Grande português a quem os portugueses devem o Acto Colonial".

 

 

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publicado por blogdaruanove às 15:18

Abril 29 2009

 

Capa e ilustrações de Aurora Severo (datas desconhecidas) para o livro de poemas Fruta do Tempo (1930), de Silva Tavares (1893-1964).

 

 

 

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publicado por blogdaruanove às 17:25

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