Rua Onze . Blog

Janeiro 25 2010

 

Grande prato de parede com decoração pintada à mão e alguns contornos acentuados a sgraffito. Nesta técnica, a pasta, depois de pintada, é riscada ou raspada para expôr a(s) camada(s) inferior(es) e conferir relevo ao trabalho final.

 

Esta peça encontra-se assinada e datada, na frente, a sgraffitoJ P 51, o mesmo ocorrendo no verso, a tinta. Embora estilisticamente o traço também recorde a obra de Alice Jorge (1924-2008), é muito provável que o prato seja do início da fase cerâmica de Júlio Pomar (n. 1926), que executou alguns trabalhos na fábrica Secla, das Caldas da Rainha, e na efémera Cerâmica Bombarralense (1944-1954).

 

     

 

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Janeiro 18 2010

 

Para além da cerâmica de autor, que teve grande impulso com Ferreira da Silva (n. 1928) e com o estúdio por si desenvolvido, familiarmente designado como O Curral, a fábrica Secla produziu durante as décadas de 1950 e 1960 notável cerâmica de comercialização corrente.

 

Esta jarra, que corresponde ao modelo P. 848, ilustra perfeitamente a qualidade técnica, através de um tratamento manual da superfície que inclui sgraffito, e a qualidade estética dessa produção. Tais características explicam, certamente, algumas das razões para a bem-sucedida exportação desta cerâmica para inúmeros mercados internacionais, entre os quais se contava o mercado dos E. U. A.

 

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publicado por blogdaruanove às 08:54

Janeiro 04 2010

 

Conjuntamente com a Aleluia, de Aveiro, e a Fábrica de Loiça de Sacavém, a Secla, das Caldas da Rainha, foi uma das grandes empresas inovadoras do design cerâmico português no início da segunda metade do século XX.

 

A taça aqui apresentada foi executada por Hansi Staël (1913-1901) cerca de 1954-55, constituindo um dos mais notáveis exemplos da produção da autora e da fábrica.

 

Uma peça similar a esta foi reproduzida na capa do livro A Nova Cerâmica das Caldas (1989), de Alberto Pinto Ribeiro (1921-1989), designer e responsável pela fábrica Secla, sendo posteriormente exibida na exposição Estúdio Secla: Uma renovação na cerâmica portuguesa, realizada em 1999 no Museu Nacional do Azulejo.

 

 

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publicado por blogdaruanove às 23:51

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