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Dezembro 13 2009

 

A Canção de Lisboa (1933), filme de Cottinelli Telmo (1897-1948) apresentando como actores principais Beatriz Costa (1907-1996), Vasco Santana (1898-1958) e António Silva (1886-1970). Presente edição em DVD, 2007.

Capa de Nuno Saraiva (n. 1969).

 

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Dezembro 12 2009

 

Capa do livro Beatriz Costa, Álbum de Retratos (2007), com imagem da autoria do fotógrafo de los Rios (datas desconhecidas), datada de 1923, conforme referido na obra.

 

Note-se que, a menos que haja algum lapso nas datas referidas, esta fotografia foi registada quando a actriz tinha apenas dezasseis anos.

 

A fotografia original encontra-se no acervo do Museu Nacional do Teatro, sob o número MNT 75352.

 

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publicado por blogdaruanove às 19:54

Dezembro 12 2009

 

 

Beatriz Costa (1907-1996), Sem Papas na Língua (1975; presente edição, 2007).

Capa de Liliana Sobreiro (datas desconhecidas).

 

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publicado por blogdaruanove às 11:17

Agosto 12 2009

 

Ana Luísa Amaral (n. 1956), Entre Dois Rios e Outras Noites (2007).

 

 

Professora universitária, Ana Luísa Amaral deixa transparecer a actividade intelectual ligada a essa profissão em muita da sua poesia, onde surgem diversas alusões a outras literaturas, a outros autores e a um universo que sincreticamente conjuga alusões mitológicas e alusões bíblicas.

 

Referiu o notável ensaísta e crítico literário canadiano Northrop Frye (1912-1991) que a Bíblia era um substrato fundamental para autores e leitores da literatura ocidental. A obra de Ana Luísa Amaral não se torna criptográfica se não conhecermos a Bíblia, mas em muitas das suas passagens o leitor beneficiará de uma leitura mais rica se estiver familiarizado com a mesma.

 

Aliás, a directa alusão na capa do presente volume ao poeta e ilustrador William Blake (1757-1827), cuja obra Frye usou para ilustrar a sua teoria, mostra que a autora está perfeitamente consciente disso.

 

Apesar de toda a contextualização intelectual da sua poesia, Ana Luísa Amaral consegue transmitir-nos a singularidade da sua mensagem poética como se estivesse a tratar da "simplicidade das coisas simples" do quotidiano. E a leveza que consegue transmitir aos seus textos, contrastando com a profundidade das suas emoções e das suas mensagens, mostra-nos que estamos perante uma das mais notáveis poetisas portuguesas contemporâneas.

 

Antes deste livro, a autora publicara já Minha Senhora de Quê (1990), Coisas de Partir (1993), Epopeias (1994), E Muitos os Caminhos (1995), Às Vezes o Paraíso (1998), Imagens (2000), Imagias (2002), A Arte de Ser Tigre (2003), A Génese do Amor (2005) e Poesia Reunida: 1990-2005 (2005), todos volumes de poesia, e as obras de literatura para a infância Gaspar, o Dedo Diferente e Outras Histórias (1999) e A História da Aranha Leopoldina (2000).

 

Ainda em 2007 recebeu o prémio literário Correntes d'Escritas, em Portugal, e o prémio de poesia Giuseppe Acerbi, em Itália.

 

De Apontamentos Desiguais, uma das secções deste volume, transcreve-se  o Apontamento VII:

 

   A esta hora

   há poucos dias era um outro lado,

   outra voz a meu lado

 

   Quantas arestas temos,

   quantos cantos,

   quantas formas de amar?

 

   Reversíveis numa geometria

   que amedronta,

   a base do avesso quantas vezes

 

   Exaltava, se quisesse:

   esta montanha de contos de fadas

   e bocados de neve

 

   Exaltava se quisesse

   e o coração assim

   mo permitisse

 

 

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publicado por blogdaruanove às 17:14

Maio 06 2009

 

Odisseia (Piroga)

Homenagem de Albertino Silva (n. 1967, Cabo Verde) à odisseia dos milhares de africanos que têm tentado emigrar por mar para a Europa. Confira outros trabalhos do artista em http://arte-sapatos.blogspot.com/.

 

 

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publicado por blogdaruanove às 23:49

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