Capas & Companhia (Internacional)

Capa e ilustrações de Ruth McCrea (datas desconhecidas) para a colectânea de epigramas L'Amour (1957).
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Aki ó-matsu Hito ó-mayowasu Momiji-kana!...
Aki ó-matsu Hito ó-mayowasu Momiji-kana!...

Capa e ilustrações de Ruth McCrea (datas desconhecidas) para a colectânea de epigramas L'Amour (1957).
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Bilhete postal reproduzindo um desenho aguarelado do artista japonês Hirosuke Watanuki (activo em Portugal, 1950-1960), datado de 1957. Edição da E. N. P.
Para ver a reprodução de outra obra deste artista cf. http://blogdaruanove.blogs.sapo.pt/199538.html.
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5) Um trecho da Avenida de Santa Ana MOLÊDO do MINHO PRAIA
Bilhete postal circulado de Moledo para Belas, em Setembro de 1957.
Edição de Foto Teixeira em papel Gevaert.
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Revista Cara Alegre, número 167, de 15 de Dezembro de 1957.
Capa de autor não identificado.
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Antunes da Silva (1921-1997), Canções do Vento (1957).

Essencialmente consagrado como prosador, Antunes da Silva (cf. http://blogdaruaonze.blogs.sapo.pt/15899.html) desenvolveu também uma obra lírica no contexto do movimento neo-realista. Publicou em 1952 Esta Terra que é Nossa: Poemas e quarenta anos depois Breve Antologia Poética. De permeio, saíu esta separata do Cancioneiro Geral, intitulada Canções do Vento.
Deste volume transcreve-se um breve poema sem qualquer conotação neo-realista, Primavera, e um outro, Terceira Cantiga, claramente ligado à contestação social e política característica desse movimento literário:
PRIMAVERA
A Primavera nasceu
Enfeitada pelo sono das plantas
E o sussurro das fontes,
Onde as abelhas foram flores
A poisarem nas estrelas dos horizontes.
Oiço a Primavera no vento,
Entre azinhagas e montes.
TERCEIRA CANTIGA
Ao Alves Redol
Passei no Tejo à noitinha
E vi o Tejo calado.
Trago um barco de papel
Para o deitar no mar salgado.
Quando o barco se romper,
Deito no Tejo uma estrela.
E a estrela branca lá fica
E nunca mais torno a vê-la...
Que nas águas deste rio
Parte gente pró degredo...
O povo vive e não morre,
Mesmo cercado de medo!
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50 – FAYAL – AÇORES Pico entre os montes
Bilhete postal com a data de 13 de Setembro de 1957.
Edição de Foto Jovial.
Do texto manuscrito no verso transcreve-se a seguinte passagem:
"(...) Um panorama aqui mesmo à mão de semear de minha casa. Ao fundo o imponente Pico com o seu barrete de gelo. De um lado e outro os dois montes que servem de moldura à formosa baía de Porto-Pim, lindíssima em noites de luar. (...)"
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