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Novembro 15 2009

 

Luciano Cordeiro – Marcellino Ribeiro Barboza – A exposição de crystaes e ceramica na sala de D. Manuel – A exposição de vinhos na sala de D. Diniz – A exposição dos productos da imprensa na sala de Luiz de Camões (Segundo photographias de Marc Ferrez [sic]

 

Ilustrações publicadas na revista O Occidente, número 44, de 15 de Outubro de 1879.

 

Gravuras de autores não identificados, entre eles M. M.

 

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Novembro 09 2009

 

A fábrica Metzler & Ortloff, fundada no ano de 1875, em Ilmenau, Alemanha, comercializou os mais diversificados produtos cerâmicos, incluindo, na viragem do século XIX para o século XX, cabeças de bonecas em porcelana.

 

Passando a estar localizada no território da República Democrática Alemã depois da II Grande Guerra e tendo sido nacionalizada em 1972, a empresa recebeu a designação V. E. B. Henneberg Porzellan Ilmenau no ano seguinte, acabando por encerrar em 1976.

 

Embora se conheça muito pouca documentação sobre a  produção da fábrica e os seus colaboradores, sabe-se que contou com a contribuição de notáveis artistas e modeladores, entre os quais Siegismund Wernekinck (1872-1921), que assinou a peça reproduzida.

 

Criada nas duas primeiras décadas do século XX, muito provavelmente depois da I Grande Guerra, e comercializada antes de 1945, esta peça de dimensões médias revela uma modelação e uma pintura exímias, remetendo os seus tons para o cromatismo de algumas fábricas alemãs, como a Meissen do período Jugendstil (Arte Nova) e a Rosenthal, mas evocando particularmente a palette de cores da célebre fábrica dinamarquesa Royal Copenhagen.

 

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Outubro 27 2009

 

Qual a utilidade deste modelo, em faiança e platina, de um antigo Volkswagen?

Peça produzida por uma fábrica não identificada.

 

 

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Outubro 19 2009

 

O ceramista Paul Jacquet (1883-1968) começou a decorar cerâmica nas fábricas e olarias da região francesa de Savoie cerca de 1910, tendo instalado o seu próprio estúdio em 1918, na cidade de Annecy.

 

A sua gramática decorativa, em ruptura com a decoração tradicional da região, cedo se aproximou do estilo hoje conhecido como Art Déco, facto que motivou encomendas da conhecida empresa Primavera, com a qual colaborou entre 1920 e 1925.

 

Inciando a sua decoração característica com motivos florais estilizados, passou numa fase posterior a utilizar modelos geométricos, numa produção que manteve um equilíbrio entre estas duas componentes até ao encerramento da fábrica, em 1959.

 

 

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Outubro 18 2009

 

Jarra em faiança com decoração em relevo a esmalte e cobre. Produzida na fábrica Aleluia, Aveiro, durante a década de 1940 ou princípios da década de 1950.

 

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Outubro 17 2009

 

Grande escultura de uma corça, em faiança vidrada, produzida na fábrica Lusitânia, Coimbra.

Década de 1930 ou 1940.

 

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Outubro 17 2009

 

Pequenas caixas em faiança com decoração sob o vidrado. Produzidas na fábrica Aleluia, Aveiro, durante a década de 1940 ou princípios da década de 1950.

 

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Outubro 17 2009

 

Jarra em porcelana da Vista Alegre, com decoração criada em 1930 e marca correspondente à administração da fábrica entre 1924 e 1947.

 

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Outubro 12 2009

 

Fundada em 1815, em Lambeth, Londres, a fábrica apenas recebeu o nome Doulton em 1853, sendo agraciada em 1901 com a autorização, concedida por Eduardo VII (1841-1910; rei, 1901-1910), de incluir o título Royal na sua designação oficial.

 

Entretanto, em 1882, a empresa adquirira uma outra fábrica em Burslem, Staffordshire, a região onde a produção da Royal Doulton se passou a concentrar depois de as instalações de Lambeth terem sido encerradas em 1956, no seguimento da proibição de produzir vidrados com cloreto de sódio no interior dos perímetros urbanos.

 

Hoje em dia, a maioria das peças da assinadas Royal Doulton são produzidas no Extremo Oriente, sendo a Indonésia o país que processa o número mais significativo de encomendas da empresa.

 

Tal facto derivará dos custos de produção, mas também de uma opção de gestão da empresa detentora da marca, a WWRD Holdings, empresa que actualmente é também a detentora legal de marcas tão tradicionais e prestigiadas como Minton, Royal Albert e Wedgwood, entre outras.

 

Particularmente conhecida entre os coleccionadores pela modelagem das suas estatuetas, a fábrica também produziu, no seu período exclusivamente inglês, diversas peças notáveis em outras áreas da cerâmica decorativa.

 

Acima reproduz-se uma peça do período Art Déco, que evoca ainda o movimento simbolista do século XIX através das espirais que remetem para as águas e paisagens lacustres. Abaixo reproduz-se uma peça do mesmo período que ilustra uma decoração em relevo, tube lined, característica da produção da fábrica nessa época. Note-se,em particular, a diferença de tratamento da modelagem, em baixo-relevo num caso e em alto-relevo noutro.

 

Consulte mais informações sobre a companhia em:  http://www.royaldoulton.com/GB/Home.

 

 

 

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Outubro 11 2009

 

Revista ABC, número 89, ano II, 23 de Março de 1922.

Capa de Stuart Carvalhais (1887-1961).

 

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