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Julho 25 2009

 

Cartão de publicidade aos Vinhos do Porto Ferreirinha, com cercadura Arte Nova. Início do século XX.

 

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publicado por blogdaruanove às 15:27

Julho 25 2009

 

Cartão de publicidade aos Vinhos do Porto Ferreirinha, com cercadura Arte Nova. Início do século XX.

 

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Julho 10 2009

 

FIGUEIRA DA FOZ – Praia de banhos

Bilhete postal do início do século XX.

Edição de Alberto Malva, Rua da Madalena, Lisboa.

 

Este postal integra uma caderneta de 10 postais, com a inscrição na capa "Souvenir / FIGUEIRA DA FOZ / PORTUGAL / Remenbrance / Lembrança", dentro de cercadura Arte Nova.

 

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publicado por blogdaruanove às 19:00

Junho 09 2009

 

Capa, de autor não identificado, para a Nova Colecção Portugueza.

Reproduz-se aqui um exemplar do volume I (1904) do Theatro (O Valido; O Castello de Faria), do dramaturgo, e general, Joaquim da Costa Cascaes (1815-1898).

 

A peça O Valido foi representada pela primeira vez em 18 de Maio de 1841, no Theatro da Rua dos Condes, em benefício do actor Theodorico, padrinho do actor Theodorico Baptista da Cruz, falecido em 1883. A peça O Castello de Faria foi representada pela primeira vez também no Theatro da Rua dos Condes, em 4 de Fevereiro de 1843, em benefício do actor Epiphanio.

 

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Junho 05 2009

 

Capa de C. R. (Charles Rennie Mackintosh ?, 1868-1928) para The Hundred Best Poems (Lyrical) in the English Language (1903; presente edição, revista e aumentada, 1946)

 

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publicado por blogdaruanove às 17:49

Maio 15 2009

 

Inaugura-se amanhã em Vierzon, França, uma exposição sobre a produção cerâmica da fábrica Denbac. Vierzon, pequena cidade geminada com Barcelos, albergou durante décadas esta empresa que, muito discretamente, quase anonimamente, como ainda hoje, legou às artes decorativas notáveis exemplares de cerâmica nos estilos Art Nouveau e Art Déco.

Consulte uma pequena nota sobre a fábrica Denbac e veja mais alguns exemplares da sua produção aqui: http://blogdaruaonze.blogs.sapo.pt/75345.html; e aqui: http://blogdaruanove.blogs.sapo.pt/tag/denbac.

 

          

 

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publicado por blogdaruanove às 00:41

Abril 21 2009

 

Ilustrações de Gaspar Camps i Junyent (1875-1942) para a partitura da composição Marcha Fúnebre, de Bruno Goyeneche (datas desconhecidas), publicada no Album Salón (1897-1904).

 

 

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Março 30 2009

Jarra decorada por J. Ekberg, com técnica de sgraffito. Assinada e datada (1909).

 

Fundada em 1825, a fábrica sueca Gustavsberg (cuja grafia original era Gustafsberg) tornou-se particularmente célebre entre as décadas de 1930 e 1960 pela sua produção modernista, pela produção de estúdio e pela série Argenta, criada por Wilhelm Kåge (1889-1960).

 

Jarra decorada por J. Ekberg, com técnica de sgraffito. Assinada e datada (1919).

 

No entanto, a fábrica produzira já importantes peças decorativas no século XIX. Durante a última década desse século e as primeiras do século XX foram particularmente notáveis as criações do director artístico Josef Ekberg (1877-1945), que favoreceu a decoração de peças com a técnica de sgraffito.

 

Utilizando como base um corpo cerâmico em faiança branca, essa técnica caracteriza-se pela sobreposição de outras camadas monocromáticas (azuis e, com menor frequência, verdes), em tons claros e escuros,  que depois são trabalhadas e parcialmente retiradas para efectuar a decoração. O vidrado era preferencialmente mate, embora se tenham produzido algumas peças com vidrado brilhante.

 

Taça com decoração de Wilhelm Kåge. Assinada e datada (1928).

 

Seguiu-se um período em que a decoração insistia particularmente no dourado para complementar o próprio formato das peças, mas na década de 1930, quando Wilhelm Kåge já era director artístico, a fábrica passou a favorecer a técnica da série Argenta, desenvolvida pelo próprio Kåge.

 

Esta técnica caracteriza-se pela utilização de uma  base de vidrado mate, preferencialmente verde de cobre mas também vermelho sangue de boi, a que se sobrepõe a decoração efectuada através de uma fina camada de prata.

 

Taça decorada a ouro, desenhada por J. Ekberg. Assinada e datada (1938).

 

A empresa Gustavsberg acabou por ser adquirida em 2000 pela companhia alemã Vileroy & Boch (fundada em 1748), que mantém aquela marca.

 

Pequena taça da série Argenta. Década de 1940 ou 1950.

 

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Março 23 2009

 

Um apurado sentido da estética contemporânea e uma grande perícia como ceramista  foram características fundamentais para estabelecer e desenvolver a qualidade e a celebridade, restrita ainda hoje a um círculo específico de especialistas e coleccionadores, das peças produzidas em grés por René Denert (1872-1937).

 

 

Fundada em 1909, em Vierzon, França, já no período de declínio criativo do estilo Art Nouveau, a fábrica Denbac consagrou grande parte do seu tempo à produção de exemplos notáveis e singulares de peças cerâmicas decorativas que epitomizam perfeitamente este movimento.

 

As quatro peças aqui reproduzidas ilustram, embora de forma incompleta, o aspecto ecléctico das formas e dos vidrados desenvolvidos por Denert dentro do estilo Art Nouveau, bem como o grande sentido escultórico que imprimiu ao seu trabalho.

 

 

Utilizando quer vidrados mates quer brilhantes, ou uma combinação dos dois, mas com acentuada preferência pelos primeiros, Denert desenvolveu peças onde a estilização do figurativismo vegetal se combina com os microcristais escorridos para conceder à obra cerâmica uma harmonização simultaneamente discreta e feérica, em particular quando  a luz incide fortemente sobre o vidrado e faz cintilar a sua componente cristalina.

 

A utilização de microcristais no vidrado – técnica frequente durante o final do século XIX e princípios do século XX em fábricas como Pierrefonds, Sarreguemines e Sèvres, em França, Royal Copenhagen, na Dinamarca, Ruskin, em Inglaterra, Fulper e Roseville, nos E.U.A., e muitas mais, assumiu na fábrica Denbac uma expressão singular precisamente devido ao sentido e à harmonia escultórica que Denert desenvolveu nas peças que serviam de suporte ao vidrado microcristalino.

 

Consulte mais aspectos relacionados com a fábrica Denbac em http://blogdaruanove.blogs.sapo.pt/379495.html e http://blogdaruanove.blogs.sapo.pt/search/?q=denbac&p=1.

 

 

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publicado por blogdaruanove às 16:41

Março 17 2009

 

Ilustração de autor não identificado para Doloras (1.ª edição, 1846; presente edição c. 1900), de Ramón de Campoamor (1817-1901).

 

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publicado por blogdaruanove às 11:03

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