Capas & Companhia

Capa de Jorge Vieira (1922-1998) para o livro de poesia Emigrantes do Céu (1953), de Henrique Jorge (datas desconhecidas).
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Aki ó-matsu Hito ó-mayowasu Momiji-kana!...
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Capa de Jorge Vieira (1922-1998) para o livro de poesia Emigrantes do Céu (1953), de Henrique Jorge (datas desconhecidas).
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Óscar Pinto Lobo (1913-1995), bilhete postal emitido pelos CTT na década de 1940.
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Blick auf Catania und den Aetna
Fotografia da série Sizilien - Taormina (série 37), publicada pela casa C. M. & S.
Dimensões: 7,2 x 9,2 cm.
Primeira metade do século XX (provavelmente, década de 1920 ou 1930).
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Conjuntamente com a Aleluia, de Aveiro, e a Fábrica de Loiça de Sacavém, a Secla, das Caldas da Rainha, foi uma das grandes empresas inovadoras do design cerâmico português no início da segunda metade do século XX.
A taça aqui apresentada foi executada por Hansi Staël (1913-1901) cerca de 1954-55, constituindo um dos mais notáveis exemplos da produção da autora e da fábrica.
Uma peça similar a esta foi reproduzida na capa do livro A Nova Cerâmica das Caldas (1989), de Alberto Pinto Ribeiro (1921-1989), designer e responsável pela fábrica Secla, sendo posteriormente exibida na exposição Estúdio Secla: Uma renovação na cerâmica portuguesa, realizada em 1999 no Museu Nacional do Azulejo.

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ELVAS. – Monte e Forte da Graça
Bilhete postal da primeira metade do século XX.
Emissão de editor não identificado.
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Capa e ilustrações de Nicola Jennings (n. 1958), para o livro Other People's Clerihews (1983), compilado pelo poeta inglês Gavin Ewart (1916-1995).

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Azulejos produzidos na fábrica inglesa Minton Hollins & Co., que se manteve em produção entre 1868 e 1962.
Num estilo transicional entre o movimento Arts & Crafts e a Arte Nova estes azulejos, embora pareçam moldados, foram decorados com a técnica designada por tube lining para assegurar a separação de cada uma das cores. Utilizando pasta cerâmica liquefeita, esta técnica tem uma aplicação manual semelhante à que se usa para decorar com creme o exterior dos bolos.
Este facto faz com que cada um dos azulejos seja único, pois o relevo aplicado à mão nunca consegue reproduzir exactamente o desenho original, como se pode verificar numa análise comparada destes dois exemplares.

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Página de álbum com cromolitografias recortadas do século XIX.
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