Rua Onze . Blog

Março 13 2009

 

ALBUFEIRA – Vista geral da vila

Bilhete postal circulado de Albufeira para Lisboa, em Junho de 1962.

Edição da Papelaria A. J. Santos.

 

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Março 13 2009

Photo © http://polemikos.com/?p=235

 

"[...] / menos cauta e o dito gado que alem deste perigo experimentão / o de descerem por pesimos caminhos mal praticados nas ditas / rochas com risco de se despenharem para a parte de baixo e não / menos de serem mortos pelas pedras que continuamente desa- / bão da parte superior acrescendo mais para complemento de todo o / mal ser indispensavelmente [?] levarem os donos ou pastores grandes / gamellas chamadas taguras, e haverem de as encher de / agoa com calmões [?], que são as cuias daquelle pais e isto por / não ser possivel fazer tanque ou receptaculos para o gado beber / em grande numero de que se segue terem alguns de esperar / vinte e quatro horas para lhes chigar o seu torno depois do que / como lhes seja perciso caminharem duas ou mais legoas / para hirem a seus respectivos montados, he sem duvida que / não bebem todos os dias porem como estão criados nisto / suportao dois [rasura] e tres dias sem beberem o que não / farão outros quaesquer.

Enquanto aos creadores e pastores que percisamente hao de estar / com os seus gados todo o dito tempo tanto pelo monte acima ponde- / rado rompelo ainda mais porque das fabricas das Manteigas he / certo que terião de experimentar ou o incomado de passarem [...] / [...] tempo ja dito [...] os seus gados, ou perderem quoti- / dianamente meio dia [...] tão cansado, e perigoso como fica ponde / rado; porem valendo se de huma industria, que a Providencia / lhes facelitta e vem a ser que como pelas despenhadas rochas que formão / os covões por onde correm as aguas das chuvas e que impropriamente / chamao nesta Ilha ribeiras nasção Figueiras bravas, como estas / [...], a maior parte [...] das ditas [...] fica-lhes [final de página e de documento conhecido]"

 

 

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publicado por blogdaruanove às 17:24

Março 13 2009

 

No verso, a tinta azul, encontra-se manuscrita a seguinte anotação:

 

"Botei discurso / como competia a / um "Lisboeta puro e / simples" como me designou / o Chefe Diogo Joaquim de / Matos".

 

Além desta, encontram-se também as seguintes anotações:

 

"ordenado mensal: 55$00 / gratif. fim ano: 200$00",

 

"1918      66$00

              300$00",

 

"1919

  Fev.º Out.º   70$00".

 

Deduz-se, portanto, que, entre 1917 e 1919, o ordenado desta pessoa (militar, polícia, bombeiro?) teve os seguintes valores mensais – 1917, 55$00; 1918, 66$00; 1919, 70$00.

 

 

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publicado por blogdaruanove às 14:23

Março 13 2009

 

ALMÔNDEGAS DE PEIXE

 

"Amolecem-se bocados de pão em água de caldo e esmaga-se bem para que fique numa papa. Passa-se pela máquina o peixe que sobrou e junta-se ao pão que se tempera com sal, pimenta e salsa picada. Fazem-se com esta massa umas almôndegas, que passadas por farinha e ovo batido se fritam  em azeite. Àparte, numa pequena porção de água caldo, desfaz-se uma gema de ovo. Tempera-se com pimenta e limão, leva-se ao lume a engrossar e deita-se sobre as almôndegas."

 

 

MOLHO DE ESCABECHE

 

"Põem-se numa caçarola meio litro de azeite, três cebolas grandes, às rodas, louro, pimenta em grão e uma cabeça de alho. Deixa-se cozer bem a cebola e tomar alguma cor. Quando estiver frio tempera-se com vinagre. Este molho é excelente para cobrir qualquer peixe freito [sic], que deve ficar totalmente mergulhado na preparação, e ser servido depois de ter estado 48 horas no molho."

 

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publicado por blogdaruanove às 10:38

Março 13 2009

 

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