Rua Onze . Blog

Fevereiro 12 2009

 

TANJONG RHU, SINGAPORE.

Bilhete postal da primeira metade do século XX.

Emissão de editor desconhecido.

 

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publicado por blogdaruanove às 22:00

Fevereiro 12 2009

 

Compilação de contos intitulada Divórcio (1958), da autoria de Lu Sin (pseudónimo de Tchou Chu Jen, 1881-1936).

Capa realizada sob a direcção gráfica de António de Macedo (n. 1931) e tradução efectuada por Manuel de Seabra (n. 1932).

 

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publicado por blogdaruanove às 20:28

Fevereiro 12 2009

 

NIGER   14 – Partisan méhariste

Bilhete postal circulado de Dakar para Oliveirinha, em Maio de 1954.

Edição G. Labitte, 35 r. Jules Ferry, Dakar.

 

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publicado por blogdaruanove às 18:14

Fevereiro 12 2009

Capa de Poesia – III, editado em Maio de 1978. Um dos últimos volumes publicados em vida de Jorge de Sena.

 

Jorge de Sena (1919-1978) exilou-se no Brasil em 1959, aí tendo permanecido até 1965. Nesse ano, mudou-se para os E.U.A., fixando inicialmente residência em Madison, Wisconsin, e posteriormente em Santa Bárbara, Califórnia, onde veio a falecer. 

No ano em que se assinalam cinquenta anos do seu exílio e noventa do seu nascimento, anuncia-se a doação do seu espólio à Biblioteca Nacional e a intenção de transferir para Portugal os restos mortais daquele que é, indubitavelmente, um dos mais importantes autores do século XX.

 

Capa de By the Rivers of Babylon and Other Stories (1989), uma compilação e tradução de contos anteriormente publicados em Velhas e Novas Andanças do Demónio (1978).

 

De acordo com esse anúncio, ontem oficialmente reiterado na X edição do Correntes d'Escritas, na Póvoa de Varzim, chegou no passado sábado a Lisboa o primeiro de vários contentores que transportarão o espólio doado por Mécia de Sena à Biblioteca Nacional de Portugal.

Este espólio vem-se juntar ao conjunto de manuscritos, e outro material, anteriormente depositado na Fundação Calouste Gulbenkian, o qual virá também a ser transferido para a BNP, de acordo com o desejo expresso pela viúva do escritor.

A doação inclui ainda os manuscritos das obras publicadas postumamente, os inéditos, volumosa correspondência, fotografias e outros documentos, bem como a sua biblioteca particular, contendo centenas de autógrafos e dedicatórias endereçadas a Jorge de Sena.

 

Capa da edição bilingue (póstuma) de Sobre Esta Praia... Oito Meditações à beira do Pacifico (1979), cuja primeira edição em Português foi publicada pela Editorial Inova, em 1977.

 

Pelo simbolismo do momento, reproduz-se um poema de 1961, inicialmente publicado em Peregrinatio ad Loca Infecta (1969) e posteriormente reunido em Poesia – III:

 

"GLOSA DE GUIDO CAVALCANTI

                                                             'Perchi' I' no spero di tornar giammai' 

 

Porque não espero de jamais voltar

à terra em que nasci; porque não espero,

ainda que volte, de encontrá-la pronta

a conhecer-me como agora sei

 

que eu a conheço; porque não espero

sofrer saudades, ou perder a conta

dos dias que vivi sem a lembrar;

porque não espero nada, e morrerei

 

no exílio sempre, mas fiel ao mundo,

já que de outro nenhum morro exilado;

porque não espero, do meu poço fundo,

 

olhar o céu e ver mais que azulado

esse ar que ainda respiro, esse ar imundo

por quantos que me ignoram respirado;

 

porque não espero, espero contentado."

 

Capa, reproduzindo um detalhe do quadro Ar Livre Nu, c. 1915, de Amadeo de Souza Cardoso (1887-1918), da tradução para Inglês do romance póstumo Sinais de Fogo (1979), publicada pela Carcanet Press em 1999.

 

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Fevereiro 12 2009

 

Anverso e verso de uma cédula de 2 centavos emitida pela Câmara Municipal de Montemor-o-Velho em 1921. 

 

Para alguma contextualização, consulte: http://blogdaruanove.blogs.sapo.pt/209360.html.

 

 

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publicado por blogdaruanove às 15:23

Fevereiro 12 2009

7 – CHAVES   Nascentes das Águas Termais

Postal editado pela Casa Geraldes em data desconhecida (depois de 1934; provavelmente na década de 1940), com cliché da Foto Alves.

 

"Entrei nesse fantastico estabelecimento balnear, e fiquei horrorisado de tanta mizeria, tanta porcaria, os doentes para ali estendidos, homens e mulheres, numa promiscuidade biblica, muitos d'eles agravando os seus padecimentos, porque o uso da agua lhes está contra indicado. Cada qual come o que traz ou compra na Vila, e paga um pataco de fogão, diz-nos a cosinheira da casa.

 

Apraz-me acreditar que este miseravel estado de coisas durará só até que aqui chegue o comboio, e que Chaves, aproveitando inteligentemente as suas ricas aguas, se tornará grande e prospera, uma das mais frequentadas Estancias de Portugal, com numerosa clientela de estrangeiros, que a preferirão a tantas outras que hoje são rendez-vous obrigado dos ricos, que necessitam de hidroterapia."

 

in Brito Camacho (1862-1934), Jornadas (1927).

 

Vista nocturna, parcial, das actuais instalações balneares e da sua envolvente.

 

Para informações sobre as Termas de Chaves, consulte http://www.termasdechaves.com/.

 

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publicado por blogdaruanove às 13:00

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