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Fevereiro 01 2010

 

As obras de Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905), de seu filho Gustavo Bordalo Pinheiro (1867-1920) e de Costa Mota (Sobrinho; 1877-1956) constituíram um marco na cerâmica das Caldas da Rainha e na cerâmica portuguesa de autor de finais do século XIX e princípios do século XX.

 

Posteriormente, no período que decorreu entre as duas guerras mundiais, destacou-se a produção cerâmica dos escultores Canto da Maia (1890-1981) e João da Silva (1880-1960), no estrangeiro, e de Jorge Barradas (1894-1971), em Portugal.

 

No pós-guerra, vários/as foram os/as artistas que contribuíram para a renovação da cerâmica em Portugal, quer em fábricas como a Aleluia, a Sacavém e a Secla, quer nos estúdios da Viúva Lamego e nas salas da escola António Arroio, em Lisboa, quer ainda em estúdios efémeros ou improvisados.

 

Nas fábricas ou nesses estúdios, diversos/as pintores/as se deixaram cativar pela modelação e pintura cerâmica. Entre muitos outros, Artur Bual (1926-1999), Cruzeiro Seixas (n. 1920), Júlio Pomar (n. 1926), Manuel Cargaleiro (n. 1927), Maria Keil (n. 1914), legaram-nos obras notáveis.

 

É precisamente uma placa cerâmica atribuída a Artur Bual aquela que aqui se reproduz.

 

© Rua Onze . Blog

publicado por blogdaruanove às 23:57

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