Rua Onze . Blog

Maio 31 2009

 

Portugal em Silhuetas – BEIRA ALTA – Camponesa – N.º 7

Bilhete postal do segundo quartel do século XX.

Edição de António Vieira, Lda., Lisboa.

 

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Maio 31 2009

 

Caparica – COSTUMES DE PORTUGAL: – HOMEM DO MAR (N.º 51)

Bilhete postal do segundo quartel do século XX.

Edição de António Vieira, Lda., Lisboa.

 

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Maio 31 2009

 

Portugal em Silhuetas – LISBOA – Mulher das Galinhas – N.º 2

Bilhete postal do segundo quartel do século XX.

Edição de António Vieira, Lda., Lisboa.

 

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Maio 31 2009

 

Caneças – COSTUMES DE PORTUGAL: – LAVADEIRA (n.º 70)

Bilhete postal do segundo quartel do século XX.

Edição de António Vieira, Lda., Lisboa.

 

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Maio 30 2009

 

Portugal em Silhuetas – ALENTEJO – Guardador de Gado – N.º 5

Bilhete postal do segundo quartel do século XX.

Edição de António Vieira, Lda., Lisboa.

 

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Maio 30 2009

 

Lisboa – COSTUMES DE PORTUGAL: – OVARINA (n.º 52)

Bilhete postal do segundo quartel do século XX.

Edição de António Vieira, Lda., Lisboa.

 

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Maio 30 2009

 

Portugal em Silhuetas – LISBOA – Peixeira – N.º 3

Bilhete postal do segundo quartel do século XX.

Edição de António Vieira, Lda., Lisboa.

 

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Maio 30 2009

 

Lisboa – COSTUMES DE PORTUGAL: – OVARINA

Bilhete postal do segundo quartel do século XX.

Edição de António Vieira, Lda., Lisboa.

 

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Maio 29 2009

Capa de Cipriano Dourado (1921-1981).

 

Manuel Lopes (1907-2005), O Galo [Que] Cantou na Baía... (1959).

 

Do conto As Férias do Eduardinho transcrevem-se dois parágrafos:

 

"Em frente do muro, num pequeno rectângulo de terreno com escassa dúzia de regos de pouca largura, pés de mandioca entrecruzam os longos pecíolos tesos em cujas extremidades os limbos parecem mãos espalmadas. Para lá do último rego, o mandiocal transborda e desce rúpidamente [sic] pela ladeira íngreme, de socalco em socalco, até um pequeno bosque de cafeeiros. Sobre as copas dos cafeeiros a vista ganha distância. As árvores, as casas, os polígonos verdes dos regadios formam quadros em miniatura espalhados ao acaso. As "chãs" de plantio, os "tapumes" de pastagem rala, sucedem-se, como gigantescos tombadilhos de navios dispostos lado a lado e irrompendo das montanhas com as proas dirigidas para  saída do vale, a leste da ilha.

Corgos profundos cortados a pique, com rebanhos de figueiras bravas ao longo do leito, separam as chãs, como vagas revoltas dum verde esbranquiçado. Dum lado e do outro, nos terrenos ladeirentos, socalcos de cana sacarina, bananeiras e feijoeiros congo. Aqui e ali, a esmo, tufos de verdura viva, manchas brancas de lapili pomítico, oásis de árvores frondosas, laranjeiras e manqueiras [sic] espalhadas como marcos; colinas contorcionadas e estéreis de arestas ásperas e nuas, grandes manchas de terra queimada, esquadrões de monólitos graníticos irrompendo do solo em posturas de monstros pensativos, surpreendidos pela erosão. A servir de pano de fundo, ora por cima das linhas das colinas, ora caindo a prumo sobre os últimos tapumes, a cordilheira circular, à direita e à esquerda, com os altos cumes rendilhados, a perder de vista."

 

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Maio 29 2009

 

Horta – Fayal – Açôres.   Obras da Docca e Porto.

Bilhete postal circulado da Horta para Lisboa, em Junho de 1906.

Emissão de editor não identificado.

 

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