Rua Onze . Blog

Fevereiro 05 2010

Outono (1918), por José Malhoa (1855-1933).

 

O Rua Onze . Blog suspende a partir de hoje a sua publicação. Três outros espaços que lhe estão associados poderão, no entanto, continuar a ser acompanhados – os blogs Ao Amanhecer, em Macau (novela), Literatura Colonial Portuguesa e Memórias e Arquivos da Fábrica de Loiça de Sacavém.

 

http://aoamanheceremmacau.blogs.sapo.pt/     /     http://literaturacolonialportuguesa.blogs.sapo.pt/     /     http://mfls.blogs.sapo.pt/

 

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publicado por blogdaruanove às 02:04

Fevereiro 05 2010

Cinzeiro datado, no verso, de 1955.

 

A recuperação e reformatação dos valores do folclore bem como a sua dinamização nas décadas de 1940 a 1960 está geralmente associada ao Estado Novo e aos vários organismos corporativos desenvolvidos pelo regime – SPN/SNI, FNAT, Casas do Povo.

 

 

Todo o revivalismo dos supostos valores tradicionais veiculados pelo folclore foi exacerbado na cerâmica, como se verifica nestas peças da fábrica Aleluia, nas edições postais, com a série Conheça as suas Danças, na decoração do vidro, na própria promoção turística dos ranchos folclóricos e na sua projecção através de cartazes de instituições oficiais.

 

 

Um aspecto, contudo, é muitas vezes subvalorizado ou escamoteado na análise desse revivalismo. É que ele havia sido promovido já na década de 1920 por artistas como Bernardo Marques (1898-1962) ou Roberto Nobre, (1903-1969),  certamente na senda da recuperação de um imaginário popular europeu relançado anteriormente pelos Ballets Russes, de Diaghilev (Sergei Pavlovich Diaghilev, 1872-1929), e rapidamente aplaudido, acarinhado e  adoptado pelos modernistas.

 

 

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Fevereiro 05 2010

 

Capa e ilustrações de Ioão (João Carlos Celestino Gomes, 1899-1960) para o livro de poemas Tu e o Teu Corpo (1946), de António de Cértima (pseudónimo de António Augusto Gomes Cruzeiro, 1894-1983).

 

 

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Fevereiro 05 2010

 

Capa e contracapa de um roteiro do Museu de Arte Contemporânea, com fotografias de Mário Novais. Sem data (segundo quartel do século XX).

 

 

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Fevereiro 05 2010

 

Brasão municipal de Arcos de Valdevez.

 

Gravura da obra As Cidades e Villas da Monarquia Portugueza que Teem Brasão d'Armas (III vols., 1860-62; data na capa do vol. I, 1865), de Inácio de Vilhena Barbosa (1811-1890).

 

O aspecto actual da heráldica do município pode ser consultado em http://pt.wikipedia.org/wiki/Arcos_de_valdevez.

 

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Fevereiro 05 2010

 

Exposition universelle de Liége 1905.   Palais des Beaux-Arts.

Bilhete postal circulado de Liége para Lisboa, em 1905.

Edição de Nels, Bruxelles.

 

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Fevereiro 05 2010

 

Chefe dos coroados fazendo signal aos seus para retirada.   /   Chefe dos coroados conduzindo prisioneiros.  

Gravura de Alexandre de Michellis (1818-1866) impressa em meados do século XIX na Litografia de Manuel Luís da Costa (datas desconhecidas), em Lisboa.

 

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Fevereiro 05 2010

 

CHAVES – Cheia no Tamega (Inundação do bairro da Madalena)

Bilhete postal do início do século XX.

Emissão de editor não identificado.

 

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Fevereiro 05 2010

 

Gastão Sousa Dias (1887-1955), África Portentosa (1926).

Ilustração para a capa de Tagarro (José Tagarro, 1902?-1931).

 

Autor de algumas dezenas de livros sobre África, essencialmente sobre a administração, a história e a política ultramarina, temáticas que Gastão de Sousa Dias legou-nos também algumas crónicas que bem evidenciam a sua capacidade literária, particularmente no relato de viagens e na descrição de territórios africanos.

 

Neste volume, que foi galardoado com o prémio do primeiro Concurso de Literatura Colonial, promovido pela Agência Geral das Colónias, essa característica é exemplificada nos capítulos intitulados Notas de Viagem, Nos Areais de Mossâmedes e Crónicas Africanas.

 

Aí se encontram páginas literárias de grande fluência e entusiasmo, descrevendo de forma singular as terras de Huíla e do sul de Angola, da Damaralândia e do Namibe, bem como os hábitos de caçadores, carreiros e agricultores dessas regiões.

 

Transcreve-se de seguida um pequeno excerto, um parágrafo, de Nos Areais de Mossâmedes:

 

"Somos ao todo uns vinte caçadores e nem uma palavra se aventura, todos dominados pela impressão estranha da ausência de vida, da escuridão, da planura rasa e negra sôbre que voamos. Nem o vulto duma planta, nem o vulto duma pedra! Marchamos por sobre uma superfície absolutamente plana, onde há a certeza de não encontrar senão areia compacta e firme, numa extensão de que não saberíamos dizer a profundidade. A vida deve ter morrido neste areal desolado e, não obstante irmos todos levados pelo desígnio de caçar, no nosso espírito forma-se a incredulidade de que seja possível encontrar um único ser da criação. Devoramos quilómetros. Uma pressa nervosa se apoderou dos chauffeurs. Dir-se ia que temos receio de perder um espectáculo de passageira duração."

 

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Fevereiro 04 2010

 

Capa do fascículo número 28 de O Jornal d'Aventuras, editado por José Pires Tiodoro. Meados do século XX.

 

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publicado por blogdaruanove às 22:17

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